Foto: Reprodução

Eduardo Bolsonaro diz que “não vai entregar o cargo” na PF e chama determinação de retorno de “perseguição judicial”

Eduardo Bolsonaro afirmou que não pretende “entregar o cargo” após a determinação para que volte a exercer a função de escrivão na Polícia Federal. Em publicações e em vídeo, ele disse que não “abdicou de todos os privilégios parlamentares” para, segundo suas palavras, “se sujeitar aos caprichos dos bajuladores de tiranos que chefiam a Polícia Federal”.

Ao comentar a medida, Eduardo classificou o episódio como “perseguição judicial” e declarou que recebe “com orgulho mais esse capítulo” do que chama de perseguição. “É óbvio que não tenho condições de voltar ao Brasil agora”, afirmou, citando as cirurgias do pai e mencionando a volta de Jair Bolsonaro à prisão após o último procedimento. Em outro trecho, disse ver no país um “estado persecutório” e afirmou que não se surpreende com a exigência feita “na data de hoje, dia 2 de janeiro”, para que ele retorne ao que chamou de “trabalho normal”.

Ainda nas declarações, Eduardo argumentou que gostaria de ver o serviço público oferecendo o mesmo nível de “atenção e preciosismo” no combate a “verdadeiros traficantes e assassinos” e a “criminosos do colarinho branco”. Ele também disse que “querem prejudicá-lo” e reforçou que permanecerá firme: “Não entregarei meu cargo de mãos beijadas, vou lutar por ele”. Em sua fala, acrescentou ainda que, na avaliação dele, querem “pegar” sua aposentadoria na Polícia Federal e seu porte de arma.

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