Foto: Reprodução

Rodrigo Pacheco é indicado para vaga no TCU e votação deve ocorrer na quarta-feira

O senador Rodrigo Pacheco foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta com a saída de Bruno Dantas. A indicação foi formalizada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), e a expectativa é que o nome seja submetido ao plenário já nesta quarta-feira (2).

Pacheco surge como favorito para assumir a cadeira e conta com uma ampla articulação dentro do Senado. Ex-presidente da Casa, ele mantém boa interlocução com diferentes grupos políticos e, até o momento, não enfrenta resistência significativa entre parlamentares da base governista e da oposição.

Para ser aprovado, o senador precisará receber pelo menos 41 votos, maioria absoluta dos 81 integrantes do Senado. A votação para ministro do TCU é secreta.

A movimentação ganhou velocidade depois que Bruno Dantas apresentou sua renúncia ao tribunal nesta segunda-feira (31), decisão que já vinha sendo comunicada a interlocutores nos últimos dias. Com a abertura formal da vaga, Alcolumbre passou a trabalhar diretamente pela indicação de Pacheco.

O presidente do Senado também pretende acelerar a tramitação e levar o nome diretamente ao plenário, sem passar pela tradicional sabatina em comissão temática. A interpretação defendida por Alcolumbre é de que a Constituição não estabelece expressamente a obrigatoriedade dessa etapa para a escolha destinada ao TCU.

A pressa também está relacionada ao calendário eleitoral. Esta é a última semana prevista para votações no Congresso antes das eleições, dentro do chamado esforço concentrado, que reúne deputados e senadores em Brasília até sexta-feira (4).

Caso seja aprovado, Rodrigo Pacheco deixará o Senado para iniciar uma nova etapa de sua trajetória pública no Tribunal de Contas da União, órgão responsável pela fiscalização da aplicação dos recursos federais e pelo controle externo da administração pública.

Posso também fazer uma versão mais forte, no estilo de matéria política da Veja ou da Amanhã, destacando a articulação de Alcolumbre e o peso político da ida de Pacheco ao TCU.

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