A cidade de Aparecida dá um passo decisivo rumo à modernização da sua infraestrutura viária. A partir das 11h desta quinta-feira (24), o novo viaduto construído pela MRS Logística na Avenida Itaguaçu será liberado para testes operacionais. Com isso, a antiga passagem em nível, utilizada por veículos e pedestres, será desativada — uma mudança que visa eliminar riscos de acidentes e melhorar o fluxo de trânsito na região.
A obra, que recebeu um investimento de R$ 68 milhões, é considerada estratégica para a mobilidade urbana do município. A estrutura elevada permitirá que os motoristas atravessem a linha férrea sem a necessidade de parar para a passagem de trens, um transtorno frequente que causava lentidão e comprometia a segurança viária.
“É um marco para Aparecida. O viaduto traz mais fluidez ao trânsito, reduz o tempo de deslocamento e garante mais segurança para quem circula pela cidade”, afirma Daniel Martins, gerente de Relações Institucionais da MRS Logística.
O acesso ao centro de Aparecida e ao estacionamento do Santuário Nacional também será facilitado, principalmente para quem chega pela Rodovia Presidente Dutra. Já os moradores da região da Ponte Alta terão um caminho mais rápido e seguro em direção à área central da cidade, sem depender da travessia antiga.
Além da passagem de veículos, o projeto contempla uma passarela exclusiva para pedestres, construída ao lado do viaduto. A estrutura funcionará 24 horas por dia, ligando o bairro da Ponte Alta diretamente à região da Basílica. Com a nova organização viária, a orientação é clara: pedestres devem utilizar a passarela sempre que precisarem cruzar a Avenida Itaguaçu.
Segundo Martins, o objetivo é garantir que todos — motoristas e pedestres — se beneficiem das melhorias com segurança e eficiência. “Com a passarela disponível em tempo integral, reforçamos a importância de seu uso como única travessia segura da avenida”, ressalta.
A entrega oficial do viaduto está prevista para agosto, mas a fase de testes já antecipa os impactos positivos da obra na vida dos moradores, romeiros e visitantes. Trata-se de um avanço estrutural que honra a importância histórica e religiosa de Aparecida, sem abrir mão da modernidade.