Foto: Reprodução

Paraná Pesquisas: Lula lidera no 1º turno e mantém vantagem, mas segundo turno fica no limite do empate técnico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece à frente nas simulações de primeiro turno para a eleição de 2026 em nova rodada do instituto Paraná Pesquisas. O levantamento, divulgado nesta quinta-feira (29), também mostra que, em cenários de segundo turno, a disputa tende a ficar apertada — com vantagem numérica para Lula, porém dentro da faixa de empate técnico.

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios, entre 25 e 28 de janeiro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Lula na dianteira no 1º turno

No primeiro cenário testado, com Flávio Bolsonaro (PL) como principal adversário, Lula registra 39,8% das intenções de voto, contra 33,1% do senador. Na sequência aparecem Ratinho Junior (PSD), com 6,5%, Ronaldo Caiado (PSD), com 3,7%, e Romeu Zema (Novo), com 2,8%. Renan Santos (Missão) marca 1,5% e Aldo Rebelo, 1,1%. Brancos, nulos e indecisos somam 11,5%.

Em outro recorte, com Tarcísio de Freitas (Republicanos) no lugar de Flávio, Lula também larga na frente: 40,7% contra 27,5% do governador paulista. Caiado pontua 6,6%, Zema 4,4%, Renan Santos 2% e Aldo Rebelo 1,4%. Nesse cenário, brancos, nulos e indecisos chegam a 17,4%.

Segundo turno: vantagem pequena e disputas no limite

Nas simulações de segundo turno, o instituto aponta cenários equilibrados, todos dentro do empate técnico pela margem de erro.

  • Lula x Flávio Bolsonaro: 44,8% a 42,2%; brancos, nulos e indecisos: 13%.
  • Lula x Tarcísio de Freitas: 43,9% a 42,5%; brancos, nulos e indecisos: 13,7%.
  • Lula x Ratinho Junior: 44,7% a 38,9%; brancos, nulos e indecisos: 16,4%.

Reeleição: maioria diz “não”

O levantamento também mediu a avaliação sobre um novo mandato: 51% afirmam que Lula não merece ser reeleito, enquanto 45,3% dizem que ele merece. Outros 3,8% não souberam ou preferiram não opinar.

Com Lula numericamente na frente em todos os cenários testados, a pesquisa reforça um retrato duplo do momento: liderança no primeiro turno, mas com uma eleição potencialmente dura quando a disputa se afunila.

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